Durante vinte anos, aparecer no Google era o jogo. O jogo mudou: uma fatia crescente das pesquisas termina numa resposta escrita por IA, sem clique em site nenhum. E a IA só recomenda o que consegue ler e verificar.
O que a IA lê para decidir quem recomendar
- Um site próprio com os factos claros: o que faz, onde, para quem, com que preços. Perfis de rede social não chegam, porque a IA (como o Google) não lê bem o que está fechado dentro do Instagram.
- Avaliações com volume e recência. A nota do Google com dezenas de avaliações recentes pesa mais do que qualquer texto sobre si próprio.
- Consistência: o mesmo nome, morada e serviço em todo o lado.
Três coisas para fazer este mês
- Ter uma página por serviço com o preço ou intervalo de preço à vista. É o conteúdo que a IA cita.
- Pedir avaliação ao cliente satisfeito no dia do serviço, com link direto. Volume e frequência contam.
- Responder às perguntas frequentes por escrito no site, na língua em que os clientes perguntam.
O que não muda
A IA responde, mas o cliente continua a fechar onde a resposta é rápida. De nada serve ser recomendado se a mensagem que chega a seguir fica sem resposta duas horas. Presença traz o contacto, atendimento fecha a venda.
Aplicar isto no seu negócio, sem ser você a montar
A V&M monta o circuito completo: anúncio, resposta automática no WhatsApp, CRM e medição por anúncio. Os preços estão à vista no site.
Ver como funciona →
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